sábado, 30 de abril de 2011

Bactérias Multiresistentes

Vamos falar de uma em especial que é a KPC

A bactéria KPC  (Klebsiella pneumoniae Carbapenemase) é um microorganismo que foi modificado geneticamente no ambiente hospitalar e que é resistente aos antibióticos.
A bactéria KPC, foi identificada pela primeira vez nos Estados Unidos no ano 2000, depois de ter sofrido uma mutação genética, gerando uma resistência a vários antibióticos (carbapenêmicos, especialmente) e a grande capacidade de tornar resistentes outras bactérias.
Crianças, idosos, pessoas debilitadas, com doenças crônicas e imunidade baixa ou submetidas a longos períodos de internação hospitalar (dentro ou fora da UTI) correm risco maior de contrair esse tipo de infecção
Transmissão
 Ambiente hospitalar.
Pelo contato com secreções do paciente infectado.
Não havendo o respeito as normas básicas de desinfecção e higiene
Prevenção

Uma higienização correta das mãos inclusive entre os dedos, e também o uso de álcool para desinfecção também altamente recomendado.
Secretaria de Saúde ainda alerta para o uso indiscriminado de antibióticos, que pode fazer efeito contrário e desenvolver resistência orgânica aos medicamentos.
O uso correto dos EPIs.
Desinfecção rotineira dos equipamentos hospitalares.
Esterilização dos instrumentos médico-cirúrgicos.
Só tome antibióticos se forem prescritos sob orientação médica.
Sintomas
Febre
Prostação
Dores no corpo, especialmente na bexiga.
Infecção atinge o trato urinário.
Tosse nos episódios de pneumonia.
Tratamento
Ainda não há informações oficiais específicas sobre o tratamento contra  a infecção através da superbactéria KPC, até porque a infecção ocorre exclusivamente em ambientes hospitalares e a bactéria é resistente aos antibióticos.


quarta-feira, 9 de março de 2011

O que fazer quando uma pessoa sofrer um AVC? (Derrame)

Olá pessoal encontrei esse vídeo dando algumas informações sobre o AVC ( acidente vascular cerebral), visto que hoje é uma das principais causas de mortalidade no Brasil

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Cateter Nasal


Acrescentar ao material básico: cateter nasal nº 6,8,10 ou 12- conforme a idade do cliente e a quantidade de oxigênio desejada, ampola de solução fisiológica, luvas de procedimentos.

Método

1)      Conversar com o cliente sobre o cuidado
2)      Preparar o ambiente verificando as medidas de segurança
3)      Organizar e trazer o material para perto do cliente
4)      Colocar o cliente em posição de Fowler
5)      Unir o cateter ao intermediário e este ao umidificador
6)      Calçar as luvas
7)      Medir com cateter a distância entre a base do nariz e o lóbulo da orelha, marcando com o adesivo, para determinar quanto o cateter deve ser introduzido
8)      Abrir o fluxômetro e deixar fluir um pouco de oxigênio para evitar acidentes por saída intempestiva de oxigênio
9)      Umedecer o cateter com solução fisiológica, segurando-o com gaze
10)    Hiperestender (para trás) a cabeça do cliente ou tracionar para baixo o lábio superior
11)    Introduzir o cateter pelo assoalho de uma das narinas, até o ponto marcado
12)   Observar a posição do cateter através da boca do cliente – o extremo do cateter deve aparecer atrás da úvula palatina;se ultrapassá-la pode ocorrer náusea
13)    Tirar as luvas
14)    Fixar a cânula com fita adesiva, cuidando para que não fique incômoda
15)    Manter o fluxo de oxigênio: 3 a 5 litros/minuto, ou conforme prescrição médica
16)    Deixar o cliente confortável
17)    Providenciar a limpeza e a ordem do material
18)    Anotar o cuidado, descrevendo as observações

Observações

Observar o cliente durante o tratamento. Se o oxigênio for contínuo, trocar o cateter no mínimo a cada 24 horas, alterando as narinas, a fim de evitar ferimentos da mucosa nasal e obstrução do cateter por secreção. Fazer higiene nasal com soro fisiológico a cada 8 horas.

Cânula Nasal


É usada quando não é necessária grande pressão na administração de oxigênio, até 45%. Desvantagem: pode causar distensão gástrica por deglutição do ar.

Acrescentar ao material básico: cânula nasal.


Método
1)      Conversar com o cliente sobre o cuidado
2)      Preparar o ambiente verificando as medidas de segurança
3)      Organizar e trazer o material para perto do cliente
4)      Colocar o cliente em posição confortável
5)      Adaptar a cânula ao intermediário e este ao umidificador
6)      Abrir o fluxômetro
7)      Colocar a cânula no nariz do cliente, fixando-a com esparadrapo antialergênico
8)      Manter o fluxo de oxigênio- 3 a 5 litros por minuto ou conforme a prescrição médica
9)      Deixar o cliente confortável e a unidade em ordem
10)   Anotar o cuidado e fazer as observações necessárias

Oxigenoterapia


É a administração de oxigênio medicinal através de via inalatória, com finalidade terapêutica de previnir ou melhorar a hipóxia tecidual, mantendo no ar inspirado uma concentração de gás capaz de oxigenar adequadamente o sangue que sai dos pulmões.
Embora haja vários tipos de gás medicinal – como hélio, dióxido de carbono, óxido nitroso, nitrogênio – o mais comumente usado é o oxigênio (O2): o oxigênio é um gás inodoro, incolor, altamente combustível e indispensável à vida humana. É um medicamento e deve ser utilizado com cutela e sob prescrição médica. A situação clínica do cliente é o melhor indicativo.
A oxigenoterapia é indicada quando o cliente apresenta:
* respiração ruidosa
* dificuldade ou impossibilidade de respirar estando deitado
* saturação menor que 90% com FiO2 maior que 0,4
* taquipneia e ou taquicardia
* batimentos de asa de nariz (é mais raro no cliente adulto)
* tiragem supraclavicular e intercostal (manifestação visual da insuficiência respiratória), ou seja, usa a musculatura acessória para respirar
* cansaço e/ou agitação
* sinais de desorientação, que antes não apresentava
* cianose (sinal tardio de hipóxia)
Medidas de segurança

Sendo o oxigênio inflamável, é muito importante:
* Não permitir que se fume no local
* Cuidado com os aparelhos elétricos que podem emitir faíscas
* Nunca usar graxa ou óleo nas válvulas e no manômetro de oxigênio
* Transportar o cilindro com cuidado: a queda pode provocar explosão
* É ideal que o oxigênio seja canalizado. Os cilindros portáteis devem ser reservados apenas para os casos de transportes de clientes.

Meios de administração

O oxigênio pode ser administrado por intermédio de:
* cânula nasal (óculos para oxigênio)
* cateter nasal
* máscara facial
* máscara facial com reservatório
* máscara Venturi
* cânula endotraqueal
* incubadora (crianças)
* capacetes (crianças)
* tenda
* colar de traqueostomia